Estranhos Encontros
Um festival de cinema, da descoberta do filme à próxima sessão.
O Estranhos Encontros é um festival internacional de cinema em São Paulo. O site é o ponto de encontro entre os filmes e quem quer assistir: apresenta as mostras, reúne informações das obras e ajuda a encontrar quando e onde cada sessão acontece.
A experiência combina a identidade gráfica do festival com uma programação que precisa funcionar na prática, inclusive no celular, a caminho do cinema. O conteúdo está disponível em português, inglês, espanhol e francês.
Stack e implementação
Next.js · React · TypeScript · Tailwind CSS · Canvas API · PostgreSQL / Neon
O conteúdo editorial fica em arquivos Markdown, com páginas em quatro idiomas. Canvas gera os pôsteres para stories no navegador. A lista de interessados fica em PostgreSQL no Neon; as imagens têm versões preparadas antes da publicação para diferentes tamanhos de tela.
Uma identidade que ocupa a tela
A abertura trabalha com espaço, letras espalhadas pela tela e um símbolo geométrico em movimento. Ao explorar o símbolo, cada área revela um caminho para o conteúdo. O preto e o amarelo dão continuidade a esse percurso.
Uma programação para descobrir pelo olhar
No desktop, os cartazes aparecem juntos, como uma parede de cinema. O preto dá espaço às imagens, enquanto o amarelo e a tipografia pontilhada costuram a identidade entre as mostras. A programação também é um convite para parar, olhar e descobrir uma obra.
Do interesse no filme à próxima sessão
Cada filme tem imagens, sinopse, ficha técnica e informações de direção. Os horários e as salas aparecem na mesma página, para que a descoberta de uma obra já possa virar uma ida ao festival.
Um filme vira um pôster para compartilhar
Dentro de cada filme, o gerador monta um pôster vertical com imagem, título e informações das sessões. São três caminhos visuais — Editorial, Campo de cor e Fotograma — para escolher, salvar e publicar nos stories. A identidade do festival acompanha a recomendação de quem assistiu ou quer assistir.
O festival na palma da mão
No celular, a identidade continua presente, e a navegação fica ao alcance do polegar. O percurso vai da abertura às mostras, da escolha de um filme à consulta das sessões. Depois, dá para criar um pôster e levar a recomendação para os stories.