Estranhos Encontros
O site de um festival de cinema
- Categoria
- Site cultural
- Período
- 2026
- Tecnologia
- Next.js · React · TypeScript · Tailwind CSS · Canvas API · PostgreSQL / Neon
O Estranhos Encontros é um festival internacional de cinema em São Paulo. O site tem que fazer duas coisas ao mesmo tempo: carregar a identidade do festival e responder a pergunta chata. Onde é, que horas, ainda dá tempo.
A primeira parte pede espaço, e ganha isso no desktop. A segunda acontece no celular, a caminho do cinema. O conteúdo está em português, inglês, espanhol e francês.
Stack e implementação
O conteúdo editorial fica em arquivos Markdown, com páginas em quatro idiomas. Canvas gera os pôsteres para stories no navegador. A lista de interessados fica em PostgreSQL no Neon; as imagens têm versões preparadas antes da publicação para diferentes tamanhos de tela.
Uma identidade que ocupa a tela
A abertura é quase vazia: letras espalhadas pela tela e um símbolo geométrico em movimento. Explorar o símbolo é a navegação: cada área revela um caminho para o conteúdo. Preto e amarelo seguem daí em diante.
Uma programação para descobrir pelo olhar
No desktop os cartazes aparecem juntos, como uma parede de cinema. O preto dá espaço às imagens; o amarelo e a tipografia pontilhada costuram a identidade entre as mostras. Quase ninguém chega numa programação sabendo o que quer ver, e aqui dá pra escolher pelo cartaz.
Do interesse no filme à próxima sessão
Cada filme tem imagens, sinopse, ficha técnica e direção. Os horários e as salas ficam na mesma página, então o interesse não precisa sobreviver a uma segunda busca pra virar uma ida ao festival.
Um filme vira um pôster para compartilhar
Dentro de cada filme, o gerador monta um pôster vertical com imagem, título e informações das sessões. São três caminhos visuais para escolher, salvar e publicar nos stories: Editorial, Campo de cor e Fotograma. A identidade do festival acompanha a recomendação de quem assistiu ou quer assistir.
O festival na palma da mão
No celular a identidade continua, mas a navegação desce para o alcance do polegar. O percurso é o mesmo: abertura, mostras, filme, sessões. E termina onde a pessoa já estava indo de qualquer jeito: nos stories.

Gabriel Souza